Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era.
Sabia só que doía, doía. Sem remédio...
Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz.
Sentir sede, faz parte. E atormenta.
E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.
Guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta.
Guarde sem dor, embora doa, e em segredo...
Caio Fernandes de Abreu
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