Segura minha mão sem nem tocar, acalma meu coração sem precisar falar, caminha comigo só de me olhar nos olhos.Me coloca em seu colo sem precisar lembrar, que o nosso tempo não existe e eu não posso demorar... Você é toda esta presença ausente que nunca está onde estou.
É a força invisível que me empurra, às vezes pro céu, outras ao abismo... Você é aquele cara sentado esperando o ônibus que não leva pra lugar nenhum.É a esperança que me destrói os ossos e me desconcerta quando fala quem eu realmente sou. Coloca-me em baixo da sua blusa, me protege como uma árvore.
Me acende, me amanhece, me traz à superfície... Todas as dores se fazem presentes se não houver um pingo da sua existência pra me lembrar da vida.
Você é o maior presente que a vida me deu e eu não pude desembrulhar...
Fecha meus olhos, cobre meu peito de lágrimas, sem precisar ser a dor, sem precisar saber que és. É todo o bem mais puro da existência humana e o maior rancor do meu coração aflito... Se pudesse desenhá-lo, desenharia o fundo do mar, o vento, um arco-íris. Você é tudo o que eu mais entendo e desconheço. É o reflexo do que não se reflete, flores de outono, florescendo e perfumando o ano todo. Eu sempre acho que estou presa na sua liberdade, mas você não existe e eu estou presa só no vazio do que eu queria ter, das suas manias desconhecidas... dos segredos que eu queria desvendar... E eu gosto de você da maneira mais estúpida e egoísta que possa existir, gosto como se fosse eu fora de mim. Cuidaria mais de você do que de mim mesma, e eu viveria cem anos pra ser a pessoa mais maravilhosa e bem humorada da face da Terra. E você é só a expressão da minha infelicidade e frustração particular... É a hora do dia que eu me sinto um animal feliz, deixando de ser um ser humana igual aos demais. A verdade é que eu sinto sua falta todos os dias, e sinto falta deste lugar que você mora e não existe, e não consigo admitir pra mim mesma que eu te inventei, só pra poder respirar...
É a força invisível que me empurra, às vezes pro céu, outras ao abismo... Você é aquele cara sentado esperando o ônibus que não leva pra lugar nenhum.É a esperança que me destrói os ossos e me desconcerta quando fala quem eu realmente sou. Coloca-me em baixo da sua blusa, me protege como uma árvore.
Me acende, me amanhece, me traz à superfície... Todas as dores se fazem presentes se não houver um pingo da sua existência pra me lembrar da vida.
Você é o maior presente que a vida me deu e eu não pude desembrulhar...
Fecha meus olhos, cobre meu peito de lágrimas, sem precisar ser a dor, sem precisar saber que és. É todo o bem mais puro da existência humana e o maior rancor do meu coração aflito... Se pudesse desenhá-lo, desenharia o fundo do mar, o vento, um arco-íris. Você é tudo o que eu mais entendo e desconheço. É o reflexo do que não se reflete, flores de outono, florescendo e perfumando o ano todo. Eu sempre acho que estou presa na sua liberdade, mas você não existe e eu estou presa só no vazio do que eu queria ter, das suas manias desconhecidas... dos segredos que eu queria desvendar... E eu gosto de você da maneira mais estúpida e egoísta que possa existir, gosto como se fosse eu fora de mim. Cuidaria mais de você do que de mim mesma, e eu viveria cem anos pra ser a pessoa mais maravilhosa e bem humorada da face da Terra. E você é só a expressão da minha infelicidade e frustração particular... É a hora do dia que eu me sinto um animal feliz, deixando de ser um ser humana igual aos demais. A verdade é que eu sinto sua falta todos os dias, e sinto falta deste lugar que você mora e não existe, e não consigo admitir pra mim mesma que eu te inventei, só pra poder respirar...
Ana Luiza
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